quarta-feira, setembro 12, 2007

Recebido por e-mail

Eu sabia que ia ser assim. Eu sabia que me ia comover quando visse a Selecção Nacional de Rugby entrar em campo. Eu sabia que o hino me ia arrepiar. O que eu não sabia é que ia ver a imagem mais impressionante que alguma vez vi no que a Representar Portugal diz respeito e que me ia desfazer em lágrimas com um sorriso de orgulho no rosto como nunca o tinha feito antes.

Aquilo é que é cantar o hino. Aquilo é ter orgulho em vestir aquela camisola (já tenho uma encomendada!). Aquilo é que é entrar e sair de campo de cabeça erguida. Aquilo é que é ser homem! Ter aquele tamanho todo, aquela coragem toda, aqueles quilos todos, aquela raça toda e ainda assim não ter vergonha de mostrar o coração aberto a 34.162 pessoas e chorar ao cantar o hino do seu país com toda a força e a plenos pulmões. Para que todos ouvissem bem donde eles vieram.

O "homem-do-jogo" é nosso. É advogado. Chama-se Vasco Uva e é o nosso capitão. E eu estou a transbordar de orgulho!

No dia anterior, tinha visto a nossa Selecção Nacional de Futebol a perder estupida e infantilmente depois de trautear um hino tímido entredentes - isto os que o sabem, porque outros há que praticamente só fazem lálálás. Não terá sido só por isso, mas também, no final aquele empate soube-me a dupla derrota e a vitória no Rugby de ontem soube a Campeonato do Mundo ganho.

Há tantas diferenças na atitude, nas regras, no espírito dos dois desportos que ontem, depois de explodir de alegria e gritar até ficar rouco com o nosso ensaio, ao sentar-me de novo no sofá tive pena de ainda assim gostar mais de futebol do que de rugby. Eu não queria, juro que não queria...

( se alguem souber onde se encomendam camisolas da selcção de Rugby, que mo digo por favor...obrigado)